Usuários logados
MENUS
Rádia On-line
Contador de Cliques
About Me
Minha lista de blogs
-
Há 2 anos
-
Há 2 anos
-
readpatar-seHá 3 anos
-
-
Mãe Amada
Rei dos Reis
Rones. Tecnologia do Blogger.
Net Point
TRBInformatica
PROPAGANDA
InfraTec Tecnologias e Suporte
Indicações de Leituras e Filmes
- Filme: A Prova de Fogo
- Filme: Rodeio da Vida
Seguidores
CONGRESSO DIOCESANO 2008
X Reencontro
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
A Igreja Católica e a Maçonaria
Ao longo de sua história a Igreja Católica condenou e desaconselhou seus fiéis à pertença a associações que se declaravam atéias e contra a religião, ou que poderiam colocar em perigo a fé. Entre essas associações encontra-se a maçonaria. Atualmente, a legislação se rege pelo Código de Direito Canônico promulgado pelo Papa João Paulo II em 25 de janeiro de 1983, que em seu cânon 1374, afirma: “Quem ingressa em uma associação que maquina contra a Igreja deve ser castigado com uma pena justa; quem promove ou dirige essa associação deve ser castigado com entredito”.
Esta nova redação, entretanto, apresenta duas novidades em relação ao Código de 1917: a pena não é automática e não é mencionado expressamente a maçonaria como associação que conspire contra a Igreja. Prevendo possíveis confusões, um dia antes de entrar em vigor a nova lei eclesiástica no ano de 1983, foi publicada uma declaração assinada pelo Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Nela se apresenta que o critério da Igreja não sofreu variação em relação às anteriores declarações, e a nominação expressa da maçonaria foi omitida para assim incluir outras associações. É indicado, juntamente, que os princípios da maçonaria seguem sendo incompatíveis com a doutrina da Igreja, e que os fiéis que pertençam a associações maçônicas não podem ter aceder à Sagrada Comunhão.
Neste sentido, a Igreja condenou sempre a maçonaria. No século XVIII, os Papas o fizeram com muito mais força, e no XIX persistira nisto. No Código de Direito Canônico de 1917 eram excomungados os católicos que fizessem parte da maçonaria, e no de 1983 o cânon da excomunhão desaparece, junto com a menção explícita da maçonaria, o que pôde criar em alguns a falsa opinião de que a Igreja por pouco aprovaria a maçonaria.
É dificil encontrar um tema – explica Federico R. Aznar Gil, em seu ensaio La pertenencia de los católicos a las agrupaciones masónicas según la legislación canónica actual (1995) – sobre o qual as autoridades da Igreja Católica tenham se pronunciado tão reiteradamente com no caso da maçonaria: desde 1738 a 1980 conservam-se não menos de 371 documentos, aos quais deve-se acrescentar abundantes intervenções dos dicastérios da Cúria romana e, a partir sobretudo do Concílio Vaticano II, as não menos numerosas declarações das Conferencias Episcopais e dos bispos de todo o mundo. Tudo isto está indicando que nos encontramos frente a uma questão vivamente debatida, fortemente sentida e cuja discussão não pode se considerar fechadas.
Quase desde a sua aparição, a maçonaria gerou preocupações na Igreja. Clemente XII, “In eminenti”, havia condenado a maçonaria. Mais tarde, Leão XIII, em sua encíclica “Humanum genus”, de 20 de abril de 1884, a qualificava de organização secreta, inimigo astuto e calculista, negadora dos princípios fundamentais da doutrina da Igreja. No cânon 2335 do Código de Direito Canônico de 1917 estabelecia-se que “aqueles que dão seu nome à seita maçônica, ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra as potestades civis legítimas, incorrem ipso facto em excomunhão simplesmente reservada à Sede Apostólica”.
O delito – segundo Federico R. Aznar Gil – consistia em primeiro lugar em dar o nome ou inscrever-se em determinadas associações. (…) Em segundo lugar, a inscrição devia se realizar em alguma associação que maquinasse contra a Igreja: se entendia por maquinar “aquela sociedade que, em seu próprio fim, exerce uma atividade rebelde e subversiva ou as favorecesse, quer pela própria ação dos membros, quer pela propagação da doutrina subversiva; que de forma oral ou por escrito, atua para destruir a Igreja, isto é, sua doutrina, autoridades em quanto tais, direitos, ou a legítima potestade civil”. (…) Em terceiro lugar, as sociedades penalizadas eram a maçonaria e outras do mesmo gênero, com o qual o Código de Direito Canônico estabelecia uma clara distinção: enquanto o ingresso na maçonaria era castigado automaticamente com a pena de excomunhão, a pertença a outras associações tinha que ser explicitamente declarada como delitiva pela autoridade eclesiática em cada caso. Os motivos que argumentava a Igreja católica para sua condenação à maçonaria eram fundamentalmente: o caráter secreto da organização, o juramento que garantia esse caráter oculto de suas atividades e os pertubadores complôs que a maçonaria empreendia contra a Igreja e os legítimos poderes civis. A pena estabelecia diretamente a excomunhão, estabelecendo-se também uma pena especial para os clérigos e os religiosos no cânon 2336.
Neste sentido, a Igreja condenou sempre a maçonaria. No século XVIII, os Papas o fizeram com muito mais força, e no XIX persistira nisto. No Código de Direito Canônico de 1917 eram excomungados os católicos que fizessem parte da maçonaria, e no de 1983 o cânon da excomunhão desaparece, junto com a menção explícita da maçonaria, o que pôde criar em alguns a falsa opinião de que a Igreja por pouco aprovaria a maçonaria.
É dificil encontrar um tema – explica Federico R. Aznar Gil, em seu ensaio La pertenencia de los católicos a las agrupaciones masónicas según la legislación canónica actual (1995) – sobre o qual as autoridades da Igreja Católica tenham se pronunciado tão reiteradamente com no caso da maçonaria: desde 1738 a 1980 conservam-se não menos de 371 documentos, aos quais deve-se acrescentar abundantes intervenções dos dicastérios da Cúria romana e, a partir sobretudo do Concílio Vaticano II, as não menos numerosas declarações das Conferencias Episcopais e dos bispos de todo o mundo. Tudo isto está indicando que nos encontramos frente a uma questão vivamente debatida, fortemente sentida e cuja discussão não pode se considerar fechadas.
Quase desde a sua aparição, a maçonaria gerou preocupações na Igreja. Clemente XII, “In eminenti”, havia condenado a maçonaria. Mais tarde, Leão XIII, em sua encíclica “Humanum genus”, de 20 de abril de 1884, a qualificava de organização secreta, inimigo astuto e calculista, negadora dos princípios fundamentais da doutrina da Igreja. No cânon 2335 do Código de Direito Canônico de 1917 estabelecia-se que “aqueles que dão seu nome à seita maçônica, ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra as potestades civis legítimas, incorrem ipso facto em excomunhão simplesmente reservada à Sede Apostólica”.
O delito – segundo Federico R. Aznar Gil – consistia em primeiro lugar em dar o nome ou inscrever-se em determinadas associações. (…) Em segundo lugar, a inscrição devia se realizar em alguma associação que maquinasse contra a Igreja: se entendia por maquinar “aquela sociedade que, em seu próprio fim, exerce uma atividade rebelde e subversiva ou as favorecesse, quer pela própria ação dos membros, quer pela propagação da doutrina subversiva; que de forma oral ou por escrito, atua para destruir a Igreja, isto é, sua doutrina, autoridades em quanto tais, direitos, ou a legítima potestade civil”. (…) Em terceiro lugar, as sociedades penalizadas eram a maçonaria e outras do mesmo gênero, com o qual o Código de Direito Canônico estabelecia uma clara distinção: enquanto o ingresso na maçonaria era castigado automaticamente com a pena de excomunhão, a pertença a outras associações tinha que ser explicitamente declarada como delitiva pela autoridade eclesiática em cada caso. Os motivos que argumentava a Igreja católica para sua condenação à maçonaria eram fundamentalmente: o caráter secreto da organização, o juramento que garantia esse caráter oculto de suas atividades e os pertubadores complôs que a maçonaria empreendia contra a Igreja e os legítimos poderes civis. A pena estabelecia diretamente a excomunhão, estabelecendo-se também uma pena especial para os clérigos e os religiosos no cânon 2336.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Maçonaria a aceleradora da apostasia
Maçonaria a aceleradora da apostasia
Há milhares de anos atrás surgiram as sociedades secretas, pessoas que eram reis, chefes religiosos e exerciam poder sobre outras ao cair no paganismo e numa busca pelo orgulho de querer saber mais, foram se achando detentora de poderes e conhecimentos dentro dessas doutrinas pagãs. E viram que não poderiam esse conhecimento e poder cair nas mãos de terceiros e assim foi restringindo o culto para uma minoria de pessoas, e foi nascendo as sociedades secretas.
O orgulho arrogante que cria um sentimento de exclusividade, separação e superioridade em relação as demais pessoas da sociedade é altamente sedutor, procurando esconder das massas a suposta verdade. Mas Jesus já tinha denunciado a prática no qual já tinha tomado conta dos fariseus, desde várias passagens do antigo testamento: "Guardai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Porque nada há oculto que não deva ser descoberto, nada secreto que não deva ser publicado." Lc 12,1-2
Deus manifestou-se desde o Antigo Testamento pelos humildes (profetas perseguidos e Jesus), não porque eles sofrem mais ou isso ou aquilo, mas porque Deus quer derrotar o orgulho no qual motivou a revolta de satanás, pela humildade. Para mostrar por mais que pequeno que seja algo na terra só Deus tem a Onipotência. Deus quer mostrar pelo que é frágil e desprezível nesse mundo o Seu Poder, ao contrario das sociedades secretas que só buscam o poder e a riqueza material que é mais reconhecido pelos homens.
Muitos padres do século 19 têm consciência da ação das sociedades secretas, como o Padre Emmanuel:
"Hoje ela tende a se consumar. Ela se chama Revolução, que é a insurreição do homem contra Deus e seu Cristo. Ela tem como fórmula o laicismo, que é a eliminação de Deus e seu Cristo.
É assim que vemos as sociedades secretas, investidas do poder público, obstinadas em descristianizar a França, tirando-lhe um a um, todos os elementos sobrenaturais com os quais foi impregnada durante quinze séculos de fé. Esses sectários só têm um fim: selar a apostasia definitiva, e preparar as vias para o homem do pecado."
3.1 Os Princípios da Maçonaria
A maçonaria que é uma sociedade secreta, podemos dizer que a solução de dirigentes das sociedades secretas antigamente em reuni-las em uma só para que assim tivesse força.
O dogma básico da Maçonaria é "A paternidade universal de Deus e a irmandade dos homens". E muitos outros pontos que divergem do cristianismo: A Maçonaria é uma religião idolátrica, sincretista e pagã. A Maçonaria mutila a Bíblia quando faz citação da mesma. Para se tornar membro da Maçonaria o fiel tem que desobedecer a Cristo e A Enciclopédia Maçônica diz: "A obrigação de todo maçom é obedecer ao mandato do mestre" (Obs.: não Cristo e sim, o mestre da loja maçônica).
A Maçonaria é uma grande força ecumênica e ecumenizante em um falso ecumenismo, o "Grande Arquiteto do Universo" é a expressão mais ecumênica que pode existir. afirmam que todas as religiões têm pontos em comum... tanto Hermes, Zarathustra, Orfeu, Krisna, Moisés, Pitágoras, Platão, Cristo e Maomé.
A religião da Maçonaria, é gnosticismo - a exaltação do conhecimento, ou "iluminação" - em que Jesus Cristo é tornado subordinado ao verdadeiro Deus e recebe um lugar secundário entre diversos outros seres, anjos, etc., como somente um membro da ponte entre Deus e os homens. Portanto, a obra redentora de Cristo na cruz é depreciada e não é considerada completa. Muitos outros pontos divergem a maçonaria do cristianismo, caso queira mais provas veja mais sobre esse tema.
4. Influência da maçonaria na Igreja Católica.
Vários Papas já denunciaram a ação da maçonaria contra a Igreja veja um exemplo dessa Encíclica:
"Na nossa época, os fautores do mal parecem haver-se coligado num imenso esforço, sob o impulso e com o auxílio de uma Sociedade difundida em grande número de lugares e fortemente organizada, a Sociedade dos mações . Estes, com efeito, já não se dão o trabalho de dissimular as suas intenções, e rivalizam entre si em audácia contra a augusta majestade de Deus. É publicamente, a céu aberto, que empreendem arruinar a Santa Igreja , a fim de, se possível fosse, chegarem a despojar completamente as nações cristãs dos benefícios de que são devedoras ao Salvador Jesus Cristo." (Papa Leão XIII, A sociedade dos mações, Carta Encíclica Humanum Genus, 2, o negrito é meu.)
"Nossos predecessores bem depressa reconheceram esse inimigo capital no momento em que, saindo das trevas de uma conspiração oculta, se lançava ao assalto em pleno dia. Sabendo o que ele era, o que queria, e lendo por assim dizer no futuro, eles deram aos príncipes e aos povos o sinal de alarma, e os alertaram contra os embustes e os artifícios preparados par a surpreendê-los." (Papa Leão XIII, Exortações dos Romanos Pontífices , Carta Encíclica Humanum Genus , 4). E o papa Leão XIII cita encíclicas dos papas Clemente XII, Bento XIV, Pio, Leão XII, Pio VIII, Gregório XVI e Pio IX .
Os papéis secretos da Alta Vendita (uma sociedade secreta italiana), entre os quais a Permanent Instruction (Instrução Permanente), caíram nas mãos do Papa Gregório XVI. A Permanent Instruction foi publicada a pedido do Bem-Aventurado Papa Pio IX pelo Cardeal Crétineau-Joly no seu livro "l`Eglise Romaine et la Révolution 2 ". Pelo seu Breve de aprovação, datado de 25 de Fevereiro de 1861 e endereçado ao autor, o Papa Pio IX garantiu a autenticidade da Permanent Instruction e dos outros documentos maçónicos, mas não permitiu que se divulgassem os nomes verdadeiros dos membros da Alta Vendita mencionados nos documentos. O Papa Leão XIII também pediu a sua publicação.
O texto completo da Permanent Instruction também se encontra no livro de Monsenhor George E. Dillon Grand Orient Freemasonry Unmasked 3 . Quando deram um exemplar do livro de Monsenhor Dillon ao Papa Leão XIII, este ficou tão impressionado que encomendou que se fizesse uma edição italiana, paga por sua conta 4 .
A Alta Vendita era a loja mais categorizada dos Carbonários, uma sociedade secreta italiana ligada à Maçonaria e que, juntamente com esta, foi condenada pela Igreja Católica 5 . O respeitável historiador católico Padre E. Cahill, S.J., que não pode ser considerado como um "maníaco das conspirações", escreveu no seu livro Freemasonry and the Anti-Christian Movement , que a Alta Vendita «era geralmente considerada na altura como o centro governativo da Maçonaria europeia» 6 . Os Carbonários estiveram especialmente ativos na Itália e na França [e em Portugal, sobretudo de 1910 a 1926]. Um pequeno trecho da Instrução Permanente, e veja aqui para visualiza-la por completo.
"O Papa, qualquer que ele seja, não virá às sociedades secretas; compete às sociedades secretas dar o primeiro passo em direção à Igreja, para conquistar a ambos.
A tarefa que vamos empreender não é trabalho de um dia, ou de um mês, ou de um ano; pode durar vários anos, talvez um século; mas nas nossas fileiras o soldado morre e a luta continua.(...)
Com isto marcharemos com mais segurança para o assalto à Igreja do que com os panfletos dos nossos irmãos em França e até do que com o ouro da Inglaterra.(...)
Contudo, visto que nada nos irá desviar do plano estabelecido e, pelo contrário, tudo tenderá para ele, como se já amanhã o trabalho que mal foi esboçado fosse coroado de sucesso, desejamos, nesta Instrução, que se manterá secreta para os simples iniciados, dar aos dignitários na chefia da Suprema Vendita alguns conselhos que deverão imbuir em todos os irmãos, sob a forma de ensinamento ou de memorandos (...).
Esta reputação dará acesso à nossa doutrina entre os jovens Clerigos, assim como entrará profundamente nos mosteiros. Em poucos anos, pela força das coisas, este jovem Clero terá ascendido a todas as funções; formará o conselho do Sumo Pontífice , será chamado a escolher o novo Pontífice que há de reinar. E este Pontífice, tal como a maioria dos seus contemporâneos, estará necessariamente mais ou menos imbuído dos princípios italianos e humanitários que vamos começar a pôr em circulação."
o resto da instrução
Há milhares de anos atrás surgiram as sociedades secretas, pessoas que eram reis, chefes religiosos e exerciam poder sobre outras ao cair no paganismo e numa busca pelo orgulho de querer saber mais, foram se achando detentora de poderes e conhecimentos dentro dessas doutrinas pagãs. E viram que não poderiam esse conhecimento e poder cair nas mãos de terceiros e assim foi restringindo o culto para uma minoria de pessoas, e foi nascendo as sociedades secretas.
O orgulho arrogante que cria um sentimento de exclusividade, separação e superioridade em relação as demais pessoas da sociedade é altamente sedutor, procurando esconder das massas a suposta verdade. Mas Jesus já tinha denunciado a prática no qual já tinha tomado conta dos fariseus, desde várias passagens do antigo testamento: "Guardai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Porque nada há oculto que não deva ser descoberto, nada secreto que não deva ser publicado." Lc 12,1-2
Deus manifestou-se desde o Antigo Testamento pelos humildes (profetas perseguidos e Jesus), não porque eles sofrem mais ou isso ou aquilo, mas porque Deus quer derrotar o orgulho no qual motivou a revolta de satanás, pela humildade. Para mostrar por mais que pequeno que seja algo na terra só Deus tem a Onipotência. Deus quer mostrar pelo que é frágil e desprezível nesse mundo o Seu Poder, ao contrario das sociedades secretas que só buscam o poder e a riqueza material que é mais reconhecido pelos homens.
Muitos padres do século 19 têm consciência da ação das sociedades secretas, como o Padre Emmanuel:
"Hoje ela tende a se consumar. Ela se chama Revolução, que é a insurreição do homem contra Deus e seu Cristo. Ela tem como fórmula o laicismo, que é a eliminação de Deus e seu Cristo.
É assim que vemos as sociedades secretas, investidas do poder público, obstinadas em descristianizar a França, tirando-lhe um a um, todos os elementos sobrenaturais com os quais foi impregnada durante quinze séculos de fé. Esses sectários só têm um fim: selar a apostasia definitiva, e preparar as vias para o homem do pecado."
3.1 Os Princípios da Maçonaria
A maçonaria que é uma sociedade secreta, podemos dizer que a solução de dirigentes das sociedades secretas antigamente em reuni-las em uma só para que assim tivesse força.
O dogma básico da Maçonaria é "A paternidade universal de Deus e a irmandade dos homens". E muitos outros pontos que divergem do cristianismo: A Maçonaria é uma religião idolátrica, sincretista e pagã. A Maçonaria mutila a Bíblia quando faz citação da mesma. Para se tornar membro da Maçonaria o fiel tem que desobedecer a Cristo e A Enciclopédia Maçônica diz: "A obrigação de todo maçom é obedecer ao mandato do mestre" (Obs.: não Cristo e sim, o mestre da loja maçônica).
A Maçonaria é uma grande força ecumênica e ecumenizante em um falso ecumenismo, o "Grande Arquiteto do Universo" é a expressão mais ecumênica que pode existir. afirmam que todas as religiões têm pontos em comum... tanto Hermes, Zarathustra, Orfeu, Krisna, Moisés, Pitágoras, Platão, Cristo e Maomé.
A religião da Maçonaria, é gnosticismo - a exaltação do conhecimento, ou "iluminação" - em que Jesus Cristo é tornado subordinado ao verdadeiro Deus e recebe um lugar secundário entre diversos outros seres, anjos, etc., como somente um membro da ponte entre Deus e os homens. Portanto, a obra redentora de Cristo na cruz é depreciada e não é considerada completa. Muitos outros pontos divergem a maçonaria do cristianismo, caso queira mais provas veja mais sobre esse tema.
4. Influência da maçonaria na Igreja Católica.
Vários Papas já denunciaram a ação da maçonaria contra a Igreja veja um exemplo dessa Encíclica:
"Na nossa época, os fautores do mal parecem haver-se coligado num imenso esforço, sob o impulso e com o auxílio de uma Sociedade difundida em grande número de lugares e fortemente organizada, a Sociedade dos mações . Estes, com efeito, já não se dão o trabalho de dissimular as suas intenções, e rivalizam entre si em audácia contra a augusta majestade de Deus. É publicamente, a céu aberto, que empreendem arruinar a Santa Igreja , a fim de, se possível fosse, chegarem a despojar completamente as nações cristãs dos benefícios de que são devedoras ao Salvador Jesus Cristo." (Papa Leão XIII, A sociedade dos mações, Carta Encíclica Humanum Genus, 2, o negrito é meu.)
"Nossos predecessores bem depressa reconheceram esse inimigo capital no momento em que, saindo das trevas de uma conspiração oculta, se lançava ao assalto em pleno dia. Sabendo o que ele era, o que queria, e lendo por assim dizer no futuro, eles deram aos príncipes e aos povos o sinal de alarma, e os alertaram contra os embustes e os artifícios preparados par a surpreendê-los." (Papa Leão XIII, Exortações dos Romanos Pontífices , Carta Encíclica Humanum Genus , 4). E o papa Leão XIII cita encíclicas dos papas Clemente XII, Bento XIV, Pio, Leão XII, Pio VIII, Gregório XVI e Pio IX .
Os papéis secretos da Alta Vendita (uma sociedade secreta italiana), entre os quais a Permanent Instruction (Instrução Permanente), caíram nas mãos do Papa Gregório XVI. A Permanent Instruction foi publicada a pedido do Bem-Aventurado Papa Pio IX pelo Cardeal Crétineau-Joly no seu livro "l`Eglise Romaine et la Révolution 2 ". Pelo seu Breve de aprovação, datado de 25 de Fevereiro de 1861 e endereçado ao autor, o Papa Pio IX garantiu a autenticidade da Permanent Instruction e dos outros documentos maçónicos, mas não permitiu que se divulgassem os nomes verdadeiros dos membros da Alta Vendita mencionados nos documentos. O Papa Leão XIII também pediu a sua publicação.
O texto completo da Permanent Instruction também se encontra no livro de Monsenhor George E. Dillon Grand Orient Freemasonry Unmasked 3 . Quando deram um exemplar do livro de Monsenhor Dillon ao Papa Leão XIII, este ficou tão impressionado que encomendou que se fizesse uma edição italiana, paga por sua conta 4 .
A Alta Vendita era a loja mais categorizada dos Carbonários, uma sociedade secreta italiana ligada à Maçonaria e que, juntamente com esta, foi condenada pela Igreja Católica 5 . O respeitável historiador católico Padre E. Cahill, S.J., que não pode ser considerado como um "maníaco das conspirações", escreveu no seu livro Freemasonry and the Anti-Christian Movement , que a Alta Vendita «era geralmente considerada na altura como o centro governativo da Maçonaria europeia» 6 . Os Carbonários estiveram especialmente ativos na Itália e na França [e em Portugal, sobretudo de 1910 a 1926]. Um pequeno trecho da Instrução Permanente, e veja aqui para visualiza-la por completo.
"O Papa, qualquer que ele seja, não virá às sociedades secretas; compete às sociedades secretas dar o primeiro passo em direção à Igreja, para conquistar a ambos.
A tarefa que vamos empreender não é trabalho de um dia, ou de um mês, ou de um ano; pode durar vários anos, talvez um século; mas nas nossas fileiras o soldado morre e a luta continua.(...)
Com isto marcharemos com mais segurança para o assalto à Igreja do que com os panfletos dos nossos irmãos em França e até do que com o ouro da Inglaterra.(...)
Contudo, visto que nada nos irá desviar do plano estabelecido e, pelo contrário, tudo tenderá para ele, como se já amanhã o trabalho que mal foi esboçado fosse coroado de sucesso, desejamos, nesta Instrução, que se manterá secreta para os simples iniciados, dar aos dignitários na chefia da Suprema Vendita alguns conselhos que deverão imbuir em todos os irmãos, sob a forma de ensinamento ou de memorandos (...).
Esta reputação dará acesso à nossa doutrina entre os jovens Clerigos, assim como entrará profundamente nos mosteiros. Em poucos anos, pela força das coisas, este jovem Clero terá ascendido a todas as funções; formará o conselho do Sumo Pontífice , será chamado a escolher o novo Pontífice que há de reinar. E este Pontífice, tal como a maioria dos seus contemporâneos, estará necessariamente mais ou menos imbuído dos princípios italianos e humanitários que vamos começar a pôr em circulação."
o resto da instrução
sábado, 4 de setembro de 2010
Pode um Católico ser Maçom?
O que diz a Igreja Católica?
O que diz a Maçonaria?
Deixemos que as partes envolvidas, a Igreja Católica e a própria Maçonaria, respondam estas indagações.
D. João Evangelista Martins Terra, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília, escreveu um livro que aborda justamente este assunto: "Maçonaria e Igreja Católica", que é uma pesquisa histórica sobre a maçonaria, sua expansão e situação no mundo de hoje, especialmente no Brasil. Faz uma análise dessa organização e apresenta a posição da Igreja Católica pós-conciliar.
Usaremos este livro para mostrar a posição da Igreja Católica para com a maçonaria e como ela orienta a seus fiéis e clérigos.
O CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO (Obra citada, pág. 70 a 72)
"O Código de Direito Canônico de 27-5-1917 contém os seguintes cânones relativos à maçonaria":
Cân. 684: "Os fiéis fugirão das associações secretas, condenadas, sediciosas, suspeitas ou que procuram subtrair-se à legítima vigilância da Igreja".
Cân. 2333: "Os que dão seu próprio nome à seita maçônica ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra os legítimos poderes civis, incorrem ipso facto na excomunhão simpliciter reservata à Sé Apostólica".
Cân. 2336: "Os clérigos que cometeram o delito de que tratam os cânones 2334 e 2335 devem ser punidos, não somente com as penas estabelecidas nos cânones citados, mas também com a suspensão ou privação do mesmo benefício, ofício, dignidade, pensão ou encargo que possam ter na Igreja; os religiosos, pois com a privação do ofício e da voz ativa e passiva e com outras penas de acordo com suas constituições. Os clérigos e os religiosos que dão o nome à seita maçônica ou a outras associações semelhantes devem, além disso, ser denunciados à Sagrada Congregação do Santo Ofício".
Cân. 1399, nº 8 - são ipso facto proibidos: "Os livros que, tratando das seitas maçônicas ou de outras associações análogas, pretendem provar que, longe de serem perniciosas, elas são úteis à Igreja e à sociedade civil".
Ver ainda os cânones: 693; 1065; § 1 e § 2, 1240; 1241.
"Desses cânones do Código de 1917 resulta claramente que:
Todo aquele que se inicia na maçonaria, incorre, só por este fato, na pena de excomunhão (cân. 2335).
Por ter incorrido na excomunhão, todo maçom: a) deve ser afastado dos sacramentos (confirmação, confissão, comunhão, unção dos enfermos), ainda que os peça de boa fé (cân. 2138, § 1); b) perde o direito de assistir aos ofícios divinos, como sejam: A Santa Missa, a recitação pública do Ofício Divino, procissões litúrgicas, cerimônias da bênção dos ramos etc. (cf. cân. 2259, § 1; 2256, n. 1); c) é excluído dos atos eclesiásticos legítimos (cân. 2263), pelo que não pode ser padrinho de batismo (cân. 765, n. 2) nem de crisma (cân. 795, n. 1); d) não tem parte nas indulgências, sufrágios e orações públicas da Igreja (cân. 2262, § 1).
O maçom não pode ser admitido validamente nas associações ou irmandades religiosas (cân. 693).
Os fiéis devem ser vivamente desaconselhados de contrair matrimônio com maçons (cân. 1065, § 2).
Só após prévia consulta do bispo e garantida a educação católica dos filhos, pode o pároco assistir ao casamento com um maçom (cân. 1065, § 2).
O maçom falecido, sem sinal de arrependimento, deve ser privado da sepultura eclesiástica (cân. 1240).
Deve-se negar aos maçons qualquer missa exequial, assim como quaisquer ofícios fúnebres públicos (cân. 1241).
O que diz a Maçonaria?
Deixemos que as partes envolvidas, a Igreja Católica e a própria Maçonaria, respondam estas indagações.
D. João Evangelista Martins Terra, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília, escreveu um livro que aborda justamente este assunto: "Maçonaria e Igreja Católica", que é uma pesquisa histórica sobre a maçonaria, sua expansão e situação no mundo de hoje, especialmente no Brasil. Faz uma análise dessa organização e apresenta a posição da Igreja Católica pós-conciliar.
Usaremos este livro para mostrar a posição da Igreja Católica para com a maçonaria e como ela orienta a seus fiéis e clérigos.
O CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO (Obra citada, pág. 70 a 72)
"O Código de Direito Canônico de 27-5-1917 contém os seguintes cânones relativos à maçonaria":
Cân. 684: "Os fiéis fugirão das associações secretas, condenadas, sediciosas, suspeitas ou que procuram subtrair-se à legítima vigilância da Igreja".
Cân. 2333: "Os que dão seu próprio nome à seita maçônica ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra os legítimos poderes civis, incorrem ipso facto na excomunhão simpliciter reservata à Sé Apostólica".
Cân. 2336: "Os clérigos que cometeram o delito de que tratam os cânones 2334 e 2335 devem ser punidos, não somente com as penas estabelecidas nos cânones citados, mas também com a suspensão ou privação do mesmo benefício, ofício, dignidade, pensão ou encargo que possam ter na Igreja; os religiosos, pois com a privação do ofício e da voz ativa e passiva e com outras penas de acordo com suas constituições. Os clérigos e os religiosos que dão o nome à seita maçônica ou a outras associações semelhantes devem, além disso, ser denunciados à Sagrada Congregação do Santo Ofício".
Cân. 1399, nº 8 - são ipso facto proibidos: "Os livros que, tratando das seitas maçônicas ou de outras associações análogas, pretendem provar que, longe de serem perniciosas, elas são úteis à Igreja e à sociedade civil".
Ver ainda os cânones: 693; 1065; § 1 e § 2, 1240; 1241.
"Desses cânones do Código de 1917 resulta claramente que:
Todo aquele que se inicia na maçonaria, incorre, só por este fato, na pena de excomunhão (cân. 2335).
Por ter incorrido na excomunhão, todo maçom: a) deve ser afastado dos sacramentos (confirmação, confissão, comunhão, unção dos enfermos), ainda que os peça de boa fé (cân. 2138, § 1); b) perde o direito de assistir aos ofícios divinos, como sejam: A Santa Missa, a recitação pública do Ofício Divino, procissões litúrgicas, cerimônias da bênção dos ramos etc. (cf. cân. 2259, § 1; 2256, n. 1); c) é excluído dos atos eclesiásticos legítimos (cân. 2263), pelo que não pode ser padrinho de batismo (cân. 765, n. 2) nem de crisma (cân. 795, n. 1); d) não tem parte nas indulgências, sufrágios e orações públicas da Igreja (cân. 2262, § 1).
O maçom não pode ser admitido validamente nas associações ou irmandades religiosas (cân. 693).
Os fiéis devem ser vivamente desaconselhados de contrair matrimônio com maçons (cân. 1065, § 2).
Só após prévia consulta do bispo e garantida a educação católica dos filhos, pode o pároco assistir ao casamento com um maçom (cân. 1065, § 2).
O maçom falecido, sem sinal de arrependimento, deve ser privado da sepultura eclesiástica (cân. 1240).
Deve-se negar aos maçons qualquer missa exequial, assim como quaisquer ofícios fúnebres públicos (cân. 1241).
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
GRUPO DE ORAÇAO SANTA CATARINA
ESTE E UM GRUPO DE ORAÇAO ONDE DEUS REALIZA MUITAS GRAÇAS E ELE TEM UMA GRAÇA PARA VOCÊ!!!!!!!!
ELE ACONTECE TODAS AS TERÇAS FEIRAS AS 19:30hs NA VELHA MATRIZ VENHA CANTAR E LOUVAR O NOSSO DEUS.
DEUS TEM UMA BENÇÃO PARA VOCÊ!!!
ELE ACONTECE TODAS AS TERÇAS FEIRAS AS 19:30hs NA VELHA MATRIZ VENHA CANTAR E LOUVAR O NOSSO DEUS.
DEUS TEM UMA BENÇÃO PARA VOCÊ!!!
Assinar:
Postagens (Atom)



